Resumo da semana: Blazblue CTB, NeoGeo Arcade Stick Pro e SF II

Olá amigos! Vamos para mais um resumo da semana, com cinco novos personagens para Blazblue Cross Tag Battle 2.0 mais a revelação de novas mecânicas, o NeoGeo Arcade Stick Pro da SNK e a confirmação de anos de suspeita que a máquina sempre roubava no Street Fighter II.

Blazblue Cross Tag Battle

Conforme prometido, a Arc System Works deu mais informações sobre BB CTB 2.0. A começar pelos cinco novos personagens. São eles: Celica A Mercury e Susanoo de BlazBlue Centralfiction, Tohru Adachi e Elizabeth de Persona 4 Arena e, por fim,  Hilda de Under Night In-Birth.

 

Além dos personagens, também foram apresentados mudanças do gameplay que virão nessa nova versão. São elas:

  • Cross Raid: Após o último hit do auto combo 1, é possível usar a barra completa de troca para alternar o personagem com um ataque direto, o que vai ativar direto o Active Switch.
  • Extra Assault: Usa uma barra de energia para uma versão mais poderosa do Clash Assault que, ao terminar, liga o Active Switch na sequencia.
  • Delay Entry: após um personagem ser abatido, o jogador pode manualmente atrasar a entrada do segundo lutador e evitar um ataque logo em seguida.
  • Rampage Time: Quando o cronometro da partida chegar a 80s, as barras de habilidade de ambos os players irão se preencher continuamente. Não foi especificado qual seria a velocidade desse preenchimento.

BlazBlue: Cross Tag Battle Version 2.0 chega no dia 21 de novembro para PlayStation 4, Nintendo Switch e PC.

NeoGeo Arcade Stick Pro

A SNK revelou a lista completa de jogos que farão parte do NeoGeo Arcade Stick Pro, o seu próprio console “mini” misturado com um arcade stick. Alias, o aparelho será compatível com o primeiro NeoGeo Mini, através de cabo USB.

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Os games são todos emulados de suas versões de Arcade e terá opções de melhorias gráficas, como pixel scaling e scanlines e possibilidade de mapear os botões do controle. A lista de games é: The King of Fighters ’95, The King of Fighters ’97, The King of Fighters ’98, The King of Fighters ’99, The King of Fighters 2000, The King of Fighters 2002, Fatal Fury Special, Fatal Fury 3, Garou: Mark of the Wolves, Samurai Shodown 2, Samurai Shodown 3, Samurai Shodown 4, Samurai Shodown 5: Special, Art of Fighting, WORLD HEROES 2, WORLD HEROES 2 Jet, WORLD HEROES Perfect, Ninja Master’s, The Last Blade 2, Kizuna Encounter.

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O NeoGeo Arcade Stick Pro ainda não tem data de lançamento, mas a SNK pretende lançá-lo mundialmente.

Jump Force

Sairam as primeiras imagens de Madara Uchiha (Naruto), um dos próximos personagens a entrarem no jogo. Ainda sem data definida.

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Street Fighter II

Quem jogou SF II lá nos anos 90 (ou talvez depois), pode ter tido a sensação de que as lutas contra o CPU eram um tanto quanto injustas. Poderíamos dizer que seria só choro de perdedor mas, pelo visto, no caso do clássico da Capcom, a máquina realmente roubava um pouquinho.

O canal do Youtube Desk postou um vídeo no qual mostra de forma bem clara como os personagens controlados pela máquina ganhavam vantagens. O CPU, por exemplo, podia executar os golpes de carregar (ex: Sonic Boom) sem ter que efetivamente fazer o comando. Ou tinha um tempo atordoado beem menor do que um player humano.

Street Fighter V

A premiação em dinheiro em competições de e-sports no Japão é um capítulo complicado, devido às leis do país, que tratam esse tipo de evento como “jogos de azar”. Dessa forma, os valores que podem ser distribuídos acabam sendo bastante limitados. E um caso recente envolvendo o player Momochi trouxe mais uma vez esse problema à tona.

Vencedor da etapa da Capcom Pro Tour realizada durante a Tokyo Game Show, Momochi teria direito a uma premiação de 50 milhões de yenes, equivalente a US$ 46,3 mil. Contudo, na prática ele só irá embolsar US$558 mais um monitor dado por um dos patrocinadores. O valor final não chega a mil dólares.

Como forma de contornar essa situação, em uma tentativa de regulamentar a profissão de jogadores de e-sporta, foi criada a Japanese Esports Union, JeSU. Muitos pro-players da FGC fazem parte dessa associação, porém Momochi não, por criticar a forma como a instituição funciona. O cyberatleta já havia comentando antes desse episódio que não é contra essa emissão de licenças (que permitiriam retirar o premio total do torneio), mas tem diversas ressalvas de como isso está sendo feito.

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